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terça-feira, 8 de setembro de 2009

O poder econômico e o mercado consumidor. (parte I)

A Ciência Econômica e o Marketing guardam uma preocupação comum: o “homo economicus”.
A Economia se ocupa em atender às ilimitadas necessidades do ser humano, ajustando recursos escassos para obter a melhor combinação entre eficácia alocativa (onde e o que fazer), eficiência produtiva (quanto e por quanto tempo fazer), e justiça distributiva (pra quem e por quanto fazer).
O Marketing é uma função gerencial que se ocupa de ferramentas, resumidamente denominadas de: produto, preço, ponto, promoção. O conjunto dessas ferramentas é conhecido como Marketing Mix. A integração e coordenação das funções desse Mix de Marketing entre si e com outras áreas de qualquer organização empresarial têm como objetivo o ser humano que, em marketing, se chama de cliente ou consumidor.
A interação do homem com a sociedade, visando atender suas ilimitadas necessidades, promove o processo econômico denominado como “demanda ou procura”. É através da compreensão e o atendimento dessas ilimitadas necessidades dos seres humanos - conhecida como demanda do cliente -, que se promove o processo de Marketing integrado chamado “oferta”.
Os diferentes níveis entre a oferta e a procura por bens e serviços, criam um mercado. O equilíbrio entre a oferta e a procura em um determinado mercado é dado pelo preço como uma função da renda disponível para consumo imediato daqueles bens ou serviços ofertados.
A renda das pessoas resulta das relações de troca ocorridas no mercado, através das diferentes combinações dos fatores de produção, entre eles: capital, trabalho. Essa renda é obtida sob a forma de lucros ou salários. É ela – a renda -, quem determina a capacidade e o poder de compra – pelas pessoas -, dos bens e serviços ofertados e disponíveis no mercado.
Pessoas que não trabalham, ou investem sem sucesso, não possuem renda. Do ponto de vista da Economia, essas pessoas são consideradas “sem renda”. Do ponto de vista do Marketing, essas pessoas podem ser consideradas “consumidoras passivas” (consomem bens e serviços pagos por pessoas que possuem renda).
Em economia, as pessoas que trabalham (os assalariados), ou investem com sucesso (os não assalariados), são indivíduos “com renda”. Essas pessoas também são denominadas de “ocupadas” ou “economicamente ativas”. Para o Marketing, pessoas com renda podem ser “consumidoras ativas”.
Aposentados e pensionistas são pessoas com renda, porém, para a economia, são considerados “não economicamente ativos” e por isso mesmo integram o grupamento dos “não ocupados”. Já para o Marketing, podem ser consumidores ativos.
Enquanto a ótica econômica pode ser muito útil para iniciativas na gestão pública, a de marketing o é, para a iniciativa privada.
Essas são considerações preliminares que auxiliam na compreensão das tabelas que serão apresentadas mais adiante, e que representam a estratificação socioeconômica das cidades de Presidente Getúlio e Ibirama, nos períodos de 2000 e 2009, com uma análise econômica e de marketing focando aspectos que podem interessar à gestão de políticas públicas e privadas.

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