Qual é o projeto de Ensino Superior de Presidente Getúlio? Não se pode examinar o ensino superior em Presidente Getúlio como um evento dissociado da realidade econômica e social da região. É sempre necessário considerar que: “as escolhas que se fizerem hoje, replicarão nos resultados e na vida da cidade amanhã”.
Segundo a UNIDAVI, em função da inviabilidade econômica decorrente da fraca demanda, a cidade pode ficar sem curso superior em seu “status” de oferta educacional. A meu ver, isso significaria, em alguma medida, admitir a incapacidade de mobilização da sociedade e evidenciaria falta de objetividade no ordenamento gerencial sustentável de projetos de desenvolvimento e crescimento para a economia local, em face da ausência do “locus” gerador desse conhecimento e da perda das sinergias multiplicadoras de oportunidades gestadas a partir dele.
As múltiplas implicações dessa possibilidade sobre a economia local têm como uma das contrapartidas, o malogro e a destruição dos recursos públicos e privados já invertidos na atividade e a respectiva drenagem de novos recursos, escassos e custosos, envolvidos na formação, locomoção e demais custeios relacionados à educação superior, direcionados para outras cidades.
Implica, ainda, na descapitalização cultural resultante da não retenção do conhecimento gerado ou de alguma forma patrocinado pelo município, em razão da migração da mão-de-obra formada voltar-se para oportunidades mais atraentes em outras localidades.
Presidente Getúlio e região têm uma grande massa crítica de oportunidades de crescimento e desenvolvimento, que seguramente se tornariam mais rapidamente alcançáveis e concretizáveis, a partir de um projeto de ensino superior fundamentado nessas potencialidades. As oportunidades não podem somente estar lá fora. Elas também devem se materializar aqui.
Realmente, de pouco vale para a cidade formar profissionais superiores, em ciências que não encontram guarida em oportunidades no mercado local. Essa, também, é uma face perversa da realidade das famílias que investem, “com muitas dificuldades”, na formação de seus filhos. São aspectos que acabam por desestimular o candidato à academia e, não raro, se transformam em verdadeiras barreiras ao ingresso no ensino superior
Por outro lado, todos os anos são formados um grande contingente de alunos, egressos do 2º. Grau. Esses futuros e potenciais acadêmicos poderiam ser mais estimulados e melhor informados sobre as oportunidades do mercado de trabalho, evidenciando as características e requisitos das eventuais profissões escolhidas. É comum observar uma forte desistência dos cursos superiores nos primeiros semestres da vida acadêmica, o que afeta o ponto de equilíbrio dos cursos e implica em maiores custos para o ensino superior.
A saudável concorrência entre as múltiplas instituições de ensino superior, a qualidade e oportunidade dos cursos, as modalidades de ensino praticadas, os diferentes canais em que os cursos são ofertados, a variação nos preços praticados, a qualidade e capacidade do corpo docente e a excelência no serviço prestado, transformam-se no diferencial mercadológico dessas organizações.
As condições estão colocadas. Fazer juz à tamanha diversidade de oferta passa, necessariamente, pela discussão de qual projeto de ensino se deseja e com qual realidade econômica local ele deve estar conectado para, só então, decidir qual ou quais bandeiras deveriam estar hasteadas no pórtico do Centro de Ensino Superior de Presidente Getúlio.
Segundo a UNIDAVI, em função da inviabilidade econômica decorrente da fraca demanda, a cidade pode ficar sem curso superior em seu “status” de oferta educacional. A meu ver, isso significaria, em alguma medida, admitir a incapacidade de mobilização da sociedade e evidenciaria falta de objetividade no ordenamento gerencial sustentável de projetos de desenvolvimento e crescimento para a economia local, em face da ausência do “locus” gerador desse conhecimento e da perda das sinergias multiplicadoras de oportunidades gestadas a partir dele.
As múltiplas implicações dessa possibilidade sobre a economia local têm como uma das contrapartidas, o malogro e a destruição dos recursos públicos e privados já invertidos na atividade e a respectiva drenagem de novos recursos, escassos e custosos, envolvidos na formação, locomoção e demais custeios relacionados à educação superior, direcionados para outras cidades.
Implica, ainda, na descapitalização cultural resultante da não retenção do conhecimento gerado ou de alguma forma patrocinado pelo município, em razão da migração da mão-de-obra formada voltar-se para oportunidades mais atraentes em outras localidades.
Presidente Getúlio e região têm uma grande massa crítica de oportunidades de crescimento e desenvolvimento, que seguramente se tornariam mais rapidamente alcançáveis e concretizáveis, a partir de um projeto de ensino superior fundamentado nessas potencialidades. As oportunidades não podem somente estar lá fora. Elas também devem se materializar aqui.
Realmente, de pouco vale para a cidade formar profissionais superiores, em ciências que não encontram guarida em oportunidades no mercado local. Essa, também, é uma face perversa da realidade das famílias que investem, “com muitas dificuldades”, na formação de seus filhos. São aspectos que acabam por desestimular o candidato à academia e, não raro, se transformam em verdadeiras barreiras ao ingresso no ensino superior
Por outro lado, todos os anos são formados um grande contingente de alunos, egressos do 2º. Grau. Esses futuros e potenciais acadêmicos poderiam ser mais estimulados e melhor informados sobre as oportunidades do mercado de trabalho, evidenciando as características e requisitos das eventuais profissões escolhidas. É comum observar uma forte desistência dos cursos superiores nos primeiros semestres da vida acadêmica, o que afeta o ponto de equilíbrio dos cursos e implica em maiores custos para o ensino superior.
A saudável concorrência entre as múltiplas instituições de ensino superior, a qualidade e oportunidade dos cursos, as modalidades de ensino praticadas, os diferentes canais em que os cursos são ofertados, a variação nos preços praticados, a qualidade e capacidade do corpo docente e a excelência no serviço prestado, transformam-se no diferencial mercadológico dessas organizações.
As condições estão colocadas. Fazer juz à tamanha diversidade de oferta passa, necessariamente, pela discussão de qual projeto de ensino se deseja e com qual realidade econômica local ele deve estar conectado para, só então, decidir qual ou quais bandeiras deveriam estar hasteadas no pórtico do Centro de Ensino Superior de Presidente Getúlio.
