Certa feita o sociólogo e, então, Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, preconizou que: “política, é a arte do possível”; arte que a meu ver, reside no plano do admissível, do realizável, do alcançável, e se materializa através de um conjunto de competências dos indivíduos de determinada sociedade.
Em outro sentido, “planejar, é a arte do visionário”, arte que a meu ver, reside no plano do imaginário dos indivíduos, como uma visão de seu futuro, e que se materializa através de um conjunto de caminhos estratégicos, a partir de valores que representam a essência de suas ideologias e competências. É, portanto, o plano dos valores, do sonhável, do desejável, do ideário, das utopias, e se caracteriza pela missão, pela razão de ser dos indivíduos de determinada sociedade.
A conjugação da arte do planejamento com a arte política tem-se constituído no sucesso de muitas sociedades pluralistas, através da materialização de visionários planos de desenvolvimento e crescimento gestados a partir da, e em conjunto com, a sociedade e conduzidos por lideranças por ela escolhidas para esse fim.
Em face da recente sucessão no plano político de Presidente Getúlio, via eleições municipais de outubro/2008, vive-se em nossa sociedade, um momento de grande efervescência do imaginário e da idealização dos cidadãos, sintetizada pela imperiosa perspectiva do ideário coletivo de uma sociedade mais justa; quer seja pela maior eficiência dos meios de produção de bens públicos e privados; seja pela maior eficácia alocativa dos recursos públicos e privados que possibilitem alcançar àquela desejada eficiência dos meios produtivos; ou, ainda, seja por uma maior justiça distributiva dos resultados alcançados pelos dois primeiros.
Ao contrário do que diariamente se assiste na TV brasileira, o cidadão deseja ver socializados bônus e ônus do investimento público/privado, e nesse sentido, observa-se uma auspiciosa iniciativa do Poder Executivo local que, em conjunto com o ACIPG – Associação Empresarial de Presidente Getúlio e FACISC – Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, busca empreender o Projeto de Desenvolvimento Econômico Local, conhecido como DEL.
Trata-se de uma metodologia de Planejamento Estratégico, aplicado a partir da prospecção do contexto socioeconômico de determinada região, município ou localidade, para identificar quais aptidões (competências essenciais das pessoas e empresas) e potencialidades (geoeconômicas e socioculturais, entre outras) estão presentes naquela localidade e, a partir das quais, se busquem sinergias que viabilizem a implementação de um projeto de desenvolvimento local.
Para tanto, o processo DEL pretende ser um vetor de permanente alavancagem do cenário futuro da economia local a partir da participação ativa da sociedade Getuliense.
Conforme se destacou na reunião de apresentação do referido projeto, em 13/05/2009, o DEL tem por objetivos:
- Obter uma visão sobre as vantagens e desvantagens comparativas e competitivas da economia local e ou setorial;
- Identificar potencialidades e os obstáculos principais para um desenvolvimento econômico local mais acelerado;
- Identificar possíveis linhas de intervenção para dinamizar a comunidade.
Enfatizou-se, ainda, ser o DEL um processo, cujo produto final resulta em planos de ação.
Apresenta-se, pois, como um processo participativo e, como tal, visa sondar o imaginário e o ideário da sociedade local com o objetivo de conceber-lhe uma visão de futuro, a partir da entrevista de seus principais formadores de opinião (stakeholder’s) e outras lideranças locais.
Conta a história, que numa certa ocasião perguntou-se a um grupo de pessoas que participavam de uma construção, o que estavam fazendo. O primeiro, respondeu que assentava tijolos; o segundo, que construía uma parede; já o terceiro respondeu que construía um prédio.
Observa-se desse pitoresco exemplo que, embora todos estivessem absolutamente corretos e trabalhando na mesma obra, tinham diferentes convicções, percepções e conceitos sobre o que estavam executando.
Exsurge desse contexto a percepção de que as pessoas, embora convivam em uma mesma sociedade, podem ter visões estreitas ou ampliadas sobre os mesmos fatos, acalentando e instruindo suas visões de vida e amplitude de oportunidades, segundo a capacidade de perceber, interpretar e reinventar a sua própria trajetória de vida e história.
Portanto, apresenta-se como imprescindível que, no âmbito do planejamento do futuro das sociedades, sejam consideradas essas limitações dos indivíduos e oportunizadas as condições que possam capturar e aplicar, tanto suas capacidades ativas, quanto suas potencialidades latentes.
Ressalte-se ainda, que qualquer processo participativo compreende, do ponto de vista do cidadão, ser parte, fazer parte, ter parte, e isso significa envolvimento e dedicação para alcançar resultados. É, por isso mesmo, diferente de ser, apenas, participado (comunicado).
Assim, enquanto sonhar um sonho do desenvolvimento possa ser ótimo, transformá-lo, através do planejamento participativo, em realidade e oportunidades ao alcance de todos, passa a ser “Divino”!
Mais uma vez, parabéns ao poder executivo pela iniciativa de buscar promover, através da ferramenta DEL, um processo democrático de planejamento participativo.
Porém, para que não careça de legitimidade, resta saber, quão participativo realmente será!
Em outro sentido, “planejar, é a arte do visionário”, arte que a meu ver, reside no plano do imaginário dos indivíduos, como uma visão de seu futuro, e que se materializa através de um conjunto de caminhos estratégicos, a partir de valores que representam a essência de suas ideologias e competências. É, portanto, o plano dos valores, do sonhável, do desejável, do ideário, das utopias, e se caracteriza pela missão, pela razão de ser dos indivíduos de determinada sociedade.
A conjugação da arte do planejamento com a arte política tem-se constituído no sucesso de muitas sociedades pluralistas, através da materialização de visionários planos de desenvolvimento e crescimento gestados a partir da, e em conjunto com, a sociedade e conduzidos por lideranças por ela escolhidas para esse fim.
Em face da recente sucessão no plano político de Presidente Getúlio, via eleições municipais de outubro/2008, vive-se em nossa sociedade, um momento de grande efervescência do imaginário e da idealização dos cidadãos, sintetizada pela imperiosa perspectiva do ideário coletivo de uma sociedade mais justa; quer seja pela maior eficiência dos meios de produção de bens públicos e privados; seja pela maior eficácia alocativa dos recursos públicos e privados que possibilitem alcançar àquela desejada eficiência dos meios produtivos; ou, ainda, seja por uma maior justiça distributiva dos resultados alcançados pelos dois primeiros.
Ao contrário do que diariamente se assiste na TV brasileira, o cidadão deseja ver socializados bônus e ônus do investimento público/privado, e nesse sentido, observa-se uma auspiciosa iniciativa do Poder Executivo local que, em conjunto com o ACIPG – Associação Empresarial de Presidente Getúlio e FACISC – Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, busca empreender o Projeto de Desenvolvimento Econômico Local, conhecido como DEL.
Trata-se de uma metodologia de Planejamento Estratégico, aplicado a partir da prospecção do contexto socioeconômico de determinada região, município ou localidade, para identificar quais aptidões (competências essenciais das pessoas e empresas) e potencialidades (geoeconômicas e socioculturais, entre outras) estão presentes naquela localidade e, a partir das quais, se busquem sinergias que viabilizem a implementação de um projeto de desenvolvimento local.
Para tanto, o processo DEL pretende ser um vetor de permanente alavancagem do cenário futuro da economia local a partir da participação ativa da sociedade Getuliense.
Conforme se destacou na reunião de apresentação do referido projeto, em 13/05/2009, o DEL tem por objetivos:
- Obter uma visão sobre as vantagens e desvantagens comparativas e competitivas da economia local e ou setorial;
- Identificar potencialidades e os obstáculos principais para um desenvolvimento econômico local mais acelerado;
- Identificar possíveis linhas de intervenção para dinamizar a comunidade.
Enfatizou-se, ainda, ser o DEL um processo, cujo produto final resulta em planos de ação.
Apresenta-se, pois, como um processo participativo e, como tal, visa sondar o imaginário e o ideário da sociedade local com o objetivo de conceber-lhe uma visão de futuro, a partir da entrevista de seus principais formadores de opinião (stakeholder’s) e outras lideranças locais.
Conta a história, que numa certa ocasião perguntou-se a um grupo de pessoas que participavam de uma construção, o que estavam fazendo. O primeiro, respondeu que assentava tijolos; o segundo, que construía uma parede; já o terceiro respondeu que construía um prédio.
Observa-se desse pitoresco exemplo que, embora todos estivessem absolutamente corretos e trabalhando na mesma obra, tinham diferentes convicções, percepções e conceitos sobre o que estavam executando.
Exsurge desse contexto a percepção de que as pessoas, embora convivam em uma mesma sociedade, podem ter visões estreitas ou ampliadas sobre os mesmos fatos, acalentando e instruindo suas visões de vida e amplitude de oportunidades, segundo a capacidade de perceber, interpretar e reinventar a sua própria trajetória de vida e história.
Portanto, apresenta-se como imprescindível que, no âmbito do planejamento do futuro das sociedades, sejam consideradas essas limitações dos indivíduos e oportunizadas as condições que possam capturar e aplicar, tanto suas capacidades ativas, quanto suas potencialidades latentes.
Ressalte-se ainda, que qualquer processo participativo compreende, do ponto de vista do cidadão, ser parte, fazer parte, ter parte, e isso significa envolvimento e dedicação para alcançar resultados. É, por isso mesmo, diferente de ser, apenas, participado (comunicado).
Assim, enquanto sonhar um sonho do desenvolvimento possa ser ótimo, transformá-lo, através do planejamento participativo, em realidade e oportunidades ao alcance de todos, passa a ser “Divino”!
Mais uma vez, parabéns ao poder executivo pela iniciativa de buscar promover, através da ferramenta DEL, um processo democrático de planejamento participativo.
Porém, para que não careça de legitimidade, resta saber, quão participativo realmente será!
