A Tabela 2 acima estratifica a população do Vale Norte do Itajaí, segmentada pela renda. As extrapolações para 2009 confirmar-se-ão, ou não, pelo Censo 2010. A análise abaixo considera, apenas, a quantificação relativa da população com e sem renda.
Do ponto de vista do Marketing, observado o potencial consumidor da região do Vale Norte do Itajaí, a dimensão do mercado, como função da renda, configura-se mais “ativo” em Ibirama e Presidente Getúlio, apresentando-se mais passivo nos demais municípios.
A discrepância relativa que se observa entre a população com renda pode, em parte, ser explicada por uma atividade econômica mais intensa na agricultura, indústria e serviços, naqueles municípios com percentual de “com renda” maior. Tal discrepância, também pode ser explicada pela “idade” dos municípios, pela idade e formação da população, e por uma possível migração populacional, com renda, mais concentrada nos municípios de Ibirama e Presidente Getúlio.
O desequilíbrio gerado pela redução de 15% do poder de consumo médio dos demais municípios do Vale Norte do Itajaí impacta em 5% a atividade econômica da região. As estratégias de marketing voltadas a este mercado consumidor, além enfrentar o desequilíbrio “natural” de 40% entre a população sem poder de compra e os 60% da parcela de pessoas com renda - sem descuidar destes e incrementar àqueles -, ficam mais sensibilizadas pelo volume adicional de consumidores passivos. É a sensibilidade do espectador que definirá se essa questão configura-se como uma oportunidade ou ameaça.
Do ponto de vista econômico, promover a inclusão de maior parcela dos 45,1% de consumidores passivos transforma-se no desafio que as políticas públicas regionais e municipais devem perseguir, implementando projetos que visem ao maior equilíbrio das forças geradoras do crescimento e desenvolvimento econômico local. Por essa razão, uma das preocupações dos governos municipais é buscar inserir no mercado formal a maior quantidade possível de pessoas.
Em economia, entende-se crescimento como função quantitativa e desenvolvimento função qualitativa. Condições que favoreçam ao investimento da iniciativa pública e privada, seja pela adoção de políticas públicas visando à otimização da economia e qualidade de vida, seja pela abertura ou expansão de empresas e empregos, apresentam-se como algumas formas da administração pública contribuir para o desenvolvimento/crescimento econômico de um município. Aumentar o poder de ganho das pessoas através da maior qualificação profissional, melhores salários e políticas de inclusão social também contribuem com esse propósito.
A vida econômica de um país começa a partir do município, logo, quanto maior a parcela da população com renda, melhor para a economia do município e do país. Aguardaremos 2010.
Do ponto de vista do Marketing, observado o potencial consumidor da região do Vale Norte do Itajaí, a dimensão do mercado, como função da renda, configura-se mais “ativo” em Ibirama e Presidente Getúlio, apresentando-se mais passivo nos demais municípios.
A discrepância relativa que se observa entre a população com renda pode, em parte, ser explicada por uma atividade econômica mais intensa na agricultura, indústria e serviços, naqueles municípios com percentual de “com renda” maior. Tal discrepância, também pode ser explicada pela “idade” dos municípios, pela idade e formação da população, e por uma possível migração populacional, com renda, mais concentrada nos municípios de Ibirama e Presidente Getúlio.
O desequilíbrio gerado pela redução de 15% do poder de consumo médio dos demais municípios do Vale Norte do Itajaí impacta em 5% a atividade econômica da região. As estratégias de marketing voltadas a este mercado consumidor, além enfrentar o desequilíbrio “natural” de 40% entre a população sem poder de compra e os 60% da parcela de pessoas com renda - sem descuidar destes e incrementar àqueles -, ficam mais sensibilizadas pelo volume adicional de consumidores passivos. É a sensibilidade do espectador que definirá se essa questão configura-se como uma oportunidade ou ameaça.
Do ponto de vista econômico, promover a inclusão de maior parcela dos 45,1% de consumidores passivos transforma-se no desafio que as políticas públicas regionais e municipais devem perseguir, implementando projetos que visem ao maior equilíbrio das forças geradoras do crescimento e desenvolvimento econômico local. Por essa razão, uma das preocupações dos governos municipais é buscar inserir no mercado formal a maior quantidade possível de pessoas.
Em economia, entende-se crescimento como função quantitativa e desenvolvimento função qualitativa. Condições que favoreçam ao investimento da iniciativa pública e privada, seja pela adoção de políticas públicas visando à otimização da economia e qualidade de vida, seja pela abertura ou expansão de empresas e empregos, apresentam-se como algumas formas da administração pública contribuir para o desenvolvimento/crescimento econômico de um município. Aumentar o poder de ganho das pessoas através da maior qualificação profissional, melhores salários e políticas de inclusão social também contribuem com esse propósito.
A vida econômica de um país começa a partir do município, logo, quanto maior a parcela da população com renda, melhor para a economia do município e do país. Aguardaremos 2010.
